<i>Freeport</i> em segredo até 2010
O processo Freeport vai estar em segredo de justiça até Junho de 2010. Na base do prolongamento do prazo da investigação está a gravidade dos crimes alegadamente cometidos e a necessidade de apuramento dos factos e dos envolvidos.
A decisão foi conhecida dias depois dos magistrados encarregues do processo, Vítor Magalhães e António Paes Faria, e do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, terem denunciado alegadas pressões para que o caso fosse arquivado, exercidas por Lopes da Mota, procurador do Eurojust. As supostas pressões de Lopes da Mota teriam respondido a um pedido feito nesse sentido pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, o qual, por sua vez, estaria a dar seguimento a um pedido do primeiro-ministro, José Sócrates.
O caso das «pressões» no caso Freeport foi apreciado, ainda a semana passada, pelo Conselho Superior do Ministério Público. As conclusões deverão ser apresentadas no prazo de 30 dias.
A decisão foi conhecida dias depois dos magistrados encarregues do processo, Vítor Magalhães e António Paes Faria, e do presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, João Palma, terem denunciado alegadas pressões para que o caso fosse arquivado, exercidas por Lopes da Mota, procurador do Eurojust. As supostas pressões de Lopes da Mota teriam respondido a um pedido feito nesse sentido pelo ministro da Justiça, Alberto Costa, o qual, por sua vez, estaria a dar seguimento a um pedido do primeiro-ministro, José Sócrates.
O caso das «pressões» no caso Freeport foi apreciado, ainda a semana passada, pelo Conselho Superior do Ministério Público. As conclusões deverão ser apresentadas no prazo de 30 dias.